Bia Breus

Fala Sério Floripa II

Oooooláááá!!

Eu preciso pedir desculpas pela demora pra escrever, mas a MPC tem tantas atividades, além das minhas cotidianas, que eu fico sem tempo! 😛 Então, vamos lá…

PARTE II – O EVENTO

Quando escrevi a primeira parte já tinha muitas coisas em mente, mas quando li o comentário do Cleber eu entendi… “Garanto que até a chuva fazia parte do que Deus tinha pra esse fim de semana!”. Era isso. Tudo estava nas mãos dEle, eu sempre soube, mas as vezes a gente não quer aceitar, não consegue falar em voz alta.

Acho que estou um pouco menos agitada hoje, talvez as idéias saiam mais organizadas do q o primeiro post – espero.

Quando chegamos na Calvary, sofrendo com tantas coisas pra serem carregadas na chuva, eu já estava um poço de ansiedade. Tá, eu sempre sou um poço de ansiedade, mas naquela hora eu não tinha idéia do que me esperava, e isso estava me deixando doida.  Mas foi eu entrar na igreja que eu percebi o que me esperava: um lugar incrível, Deus no controle, uma equipe super disposta, uma noite maravilhosa. Aquelas janelas redondas com vista pra Lagoa, a melodia da chuva caindo no trapiche, as meninas cantarolando idéias, o ar de Floripa em todos os lugares… E eu já cheguei agitando, dando opiniões, dançando, arrumando as coisinhas, preparando, organizando, pesando, evoluindo conceitos… Aqui uma foto deste momento de “organizar”:

[image title=”Bia trabalhando” size=”medium” id=”369″ align=”center” linkto=”full” ]

e as meninas trabalhando:

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Eu já estava mais segura. Ele me pegou no colo e disse “Ei, garotinha, sente aqui, eu preciso te contar que já cuidei de tudo. Entenda, filha, você não precisa se preocupar, Eu estou aqui e não vou sair de perto de você. Segurarei sua mão pelo resto da noite. Então, sossegue e aproveite!”

E foi assim que aconteceu… quando eu fui anunciada e entrei, o ar parecia não ser suficicente nos meus pulmões.. aliás, eles pareciam não existir… Ar algum conseguiria enchê-los, não fosse o sopro dEle. E eu não me lembro de ter feito mais nada. Ele puxou as rédeas, trouxe as pessoas, arrumou a noite, secou meus medos. As perguntas e respostas aconteceram naturalmente, e mesmo olhando constantemente pras plaquinhas da Cami, eu sabia que o que precisava ser dito seria dito.

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O Rafael não queria parar de falar, o Gryllo também não, e eu e o Djio fofocávamos nos intervalos. Aliás, até os intervalos foram maravilhosos! E não só pelas “fofocas”, mas porque eram momentos em que eu podia ver aqueles jovens ali, na Casa, adorando do jeito deles, com as dúvidas deles, com o conhecimento deles, quebrando paradigmas. Tudo foi tão incrivelmente perfeito, que, enquanto eu dançava ao som dos missionários da JOCUM, podia senti-lO dançando comigo. E o Gryllo pirando do jeito dele, a banda tocando fundo dentro de mim, e o Djio superando qualquer expectativa. Aqui, fotos de eu e a Rike dançando:

[image title=”BiaeRikeDançando” size=”medium” id=”371″ align=”center” linkto=”full” ]

Aqui o Djio pirando:

[image title=”DjiO!” size=”medium” id=”372″ align=”center” linkto=”full” ]

A banda:

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Um pedaço da equipe:

[image title=”um pedaço da equipe” size=”medium” id=”375″ align=”center” linkto=”full” ]

Pois é.. tem muitas fotos que eu gostaria de pôr, mas, qualquer coisa, fuce meu orkut, elas estão lá também.

PARTE III – final – O QUE MAIS PODERIA ACONTECER?

E foi isso… quando eu consegui parar de dançar lá dentro, fui dançar com a Rike lá fora, no trapiche. Estava garoando ainda, às vezes ficava mais forte, mas a música lá fora ainda era alta, o cheiro de chuva, as gotas refrescantes, a vista da Lagoa, o reflexo das luzes… foi tão bom!!!!! Essas fotos eu não colocarei aqui – estão no orkut também – se não esse post não termina nunca. Jogamos pebolim ainda por muuuito tempo. Ganhamos muitas partidas, perdemos algumas também. E achamos que já era a hora de caminhar. Não, não ir embora, caminhar mesmo.. passear lá fora, andar na beira da Lagoa, comprar coisinhas, tirar mais fotos, entrar num barco, atravessar a ponte, falar com estranhos, essas coisas… Quando pusemos os pés pra fora da Calvary, a chuva parou, de modo que ficamos 1 hora andando por lá e apreciando a lua magnífica que brilhava no céu aberto. Era lua cheia. Dançamos e corremos na rua também, eu quase afundei na areia molhada, eu quase caí na Lagoa quando o barco afastou na hora q eu fui entrar, a Rike ganhou aquele anelzinho de coco que ela não tirou do dedo nunca mais – eu que dei! ;B – compramos postais e rimos da vida.

A Sami nos esperava, fomos pra rodoviária, às 3h da manhã, compramos as passagens, voltamos pra casa dela, comemos, vimos fotos, rimos mais um pouco, terminamos de arrumar as coisas e 5h já estávamos lá, esperando o ônibus que nos levaria pra casa. Ele saiu às 5:15h, como previsto, mas eu não queria ir embora, não queria voltar. Tinha muitos compromissos importantes naquele domingo, e eu sabia que a viagem seria longa, cansativa e barulhenta, mas estava preprada pra isso também.

O domingo começou ensolarado em Santa Catarina. Às 7h da manhã o sol já brilhava alto, mas eu só ia querer olhar pra ele em Curitiba, embora isso não mudasse nada. Então, dormi uns 50 minutos na viagem toda e pedi a Deus energia pra suportar tudo o que aquele dia traria consigo. E Ele deu. Mas isso já é uma outra história. 

E se você chegou até aqui, parabéns! Não perca o post sobre o Refinados, em breve num computador perto de você. ;D

E eu ainda queria agradecer.. agradecer a todos da MPC Floripa que me receberam tão bem de novo, que acolheram, que suportaram, que ajudaram, que proporcionaram essa história, esse momento na minha vida que jamais vou esquecer. Obrigada pelo carinho, a paciência, a atenção, os mimos – né, Sami… -, as bençãos… OBRIGADA!!!! E ainda depois de tudo que me permitiram viver ainda mandam e-mails agradecendo minha presença… VOCÊS SÃO INCRÍVEIS!!!

E Obrigada, Jesus, por esse presente que é a tua Salvação, pelo exemplo que nos deixou de amor ao próximo, pela liberdade que temos em Ti!! Você é O CARA!!!!!!

Deus abençoe você! ;*

Fala Sério Floripa

Olá galera interessada na MPC!

O objetivo deste post é contar um pouco sobre como foi o Fala Sério em Florianópolis, no ultimo dia 18, na minha visão, na experiência maluca que eu passei. Certamente será dificil descrever todas as emoções em palavras, mas aqui, na minha cabeça, tudo sempre terá um gosto doce de adrenalina.

PARTE I – BASTIDORES

Vamos lá.. começando pela sexta-feira…

Na verdade, foi a segunda vez que fui pra Floripa pra apresentar um FS. Na primeira vez o Cleber me levou no susto e foi uma das coisas mais maravilhosas que me aconteceu. Não pelo evento em sí (porque eu estava ansiosa demais, insegura e preocupada – embora o evento tenha sido muito bom) mas porque conheci a Samira e Deus brilhou nos meus olhos o amor dEle de novo. Poder sentir o amor do Criador na alegria da vida de alguém é fantástico. E a Sami é assim, ela respira a vida e motiva, anima automaticamente. E não é algo assim do momento, é uma alegria que impreguina, que sustenta.  Aí a gente fica agradecendo a Deus por meses por Ele restaurar a alegria em nós. Até alguém super agitada como eu precisa trocar a bateria de vez em quando, e é isso que tenho na Sami. – OBRIGADA, SENHOR.

Aí eu confesso que ser convidada de novo foi uma honra. Ir pra Floripa, mesmo correndo, ia ser incrível, eu já sabia.

Então, depois de uma semana agitadíssima, trabalhar o dia inteiro na sexta, ter dormido 5h nas duas ultimas noites (somando), eu e a Rike, companheirona – outro presentão de Deus – embarcamos pra Floripa. Nada de dormir no ônibus. Não q eu não tenha tentado, mas o Senhor me manteve acorda pra falar um pouco com Ele. Aliás, pra ouví-lO.

Durante toda a viagem choveu. chegando lá, um bom lanche, depois de muitos braços. E a familia Baus maraviilhoooosa que sempre nos recebe tão bem!! Descansar um pouco, finalmente. E já eram 2:30h da manhã. Quando acordamos, ainda chovia muito. Esperávamos pegar uma praia, um solzinho, ou nublado mesmo que fosse, mas só poder andar na praia um pouco. Nada!… a chuva não dava sossego. Mas não era uma chuvinha, assim, de molhar bobo. Era uma chuva forte, dolorida. E eu chorei com o Senhor, perguntando porque Ele estava bravo comigo. Fazia 1 mês que eu orava todos os dias pra fazer sol naquele fds. “Era só 1 dia, Deus.. o Senhor podia ter colaborado!”

Caminhada infinita pra encontrar o que falatava, arranjando detalhes, vendo a roupa ideal… muita coisa pra ser arrumada ainda de manhã. A panfletagem foi cancelada por causa da chuva. Almoçamos eu, a Rike e a Sami no mercado, comida japonesa e um belo suco. Já eram 15h.

Aí veio aquela coisa toda de mulher, de se arrumar, maquiar, trocar de roupa 1984051638704 de vezes e não estar certa, ainda depois disso, que aquela era a melhor combinação. Mas a Sami é boa nisso também, e para tal, quase desmontamos os guarda-roupas dela.

Prontas, correr atrás de mais material pro evento. Andar por Floripa é maravilhoso, faça chuva ou faça sol – embora eu prefira o sol. Aquela brisa, o ar da praia, as paisagens fantásticas… Aqui, bem nesta hora, a caminho da Lagoa (2 primeiras fotos da galeria).

[image title=”AQUELA chuva…” size=”medium” id=”335″ align=”center” linkto=”full” ] [image title=”MAIS CHUVA…” size=”medium” id=”334″ align=”center” linkto=”full” ]

Decoração, equipe super animada, muita gente trabalhando, muita gente fazendo acontecer. A Rika com os dons artísticos, a bia com a criatividade, a Sami correndo pra lá e pra cá, recebendo os convidados, arrumando tudo, a Cami doida fazendo tudo e mais um pouco, a Diana ajudando um monte, o Gabi com aqueles fios todos, microfones, me ajudando e orientando em tudo, o Djio incrível como sempre – só a presença dele já me organiza, acalma – e todos os outros tantos que ajudaram um monte, que trabalharam e deram o seu melhor. Gente que eu nem sei o nome, gente q deu o sangue, gente q eu nunca vou esquecer.

Mas por enquanto é isso.

 Outra hora eu conto como rolou o evento em sí. Será a segunda parte, e a melhor parte! :B

AbraçO!!

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